No dia 05 de dezembro de 2005, o Techguru divulgou a criação do HAL (Hybrid Assitive Limb), um exoesqueleto cibernético capaz de ampliar a força de quem o veste em até 10 vezes. Pois bem. Menos de dois anos depois, a Cyberdyne - empresa que participou do desenvolvimento do projeto junto à Universidade de Tsukuba - anunciou a comercialização da “roupa biônica”.
O equipamento tem sensores capazes de identificar os sinais de movimento transmitidos do cérebro para os músculos e sua estrutura adapta-se aos movimentos naturais de quem o veste, dispensando controles externos. Além disso, seu sistema operacional analisa os sinais e calcula com exatidão a força necessária para executar os comandos. Mesmo pesando 23 kg, o usuário não sente o volume do material, já que a engenhoca suporta seu próprio peso.
Segundo a Cyberdyne, o exoesqueleto será utilizado em processos de reabilitação de pessoas com problemas de força muscular e também em casos de danos cervicais. A bateria do equipamento tem autonomia de até 2h40m em operação contínua. O HAL pode ser usado tanto em ambientes internos e externos, embora sua fabricante recomende a primeira opção. A comercialização do dispositivo se dará sob o sistema de locação, ao preço de US$ 1 mil mensais, mais US$ 300 para manutenção e atualizações - estes serão os valores cobrados fora do Japão. Em terras nipônicas o valor não foi divulgado.
Japoneses começam a comercializar exoesqueleto robótico
sábado, 12 de abril de 2008
HP lança serviço de armazenamento online.
"Esses novos serviços parecem saber que os consumidores não queriam soluções separadas para fazer backup seus arquivos, acessá-los em qualquer lugar e compartilhá-los com a
De acordo com o site DownloadsSquad, o HP Upline contará com backups automáticos, restauração de informação com um clique, acesso de qualquer lugar do mundo e a habilidade de compartilhar arquivos com amigos. Tudo isso com a ajuda de um pequeno cliente, que poderá ser baixado no site do serviço.
Infelizmente, todo esse espaço sem fim custará alguma coisa. Por um valor a partir de US$ 60, o usuário poderá fazer o que bem entender com os Gigas e Gigas que terá à disposição. Para os que querem testar o serviço, o HP Upline oferece um espaço de 1 Gigabyte por um ano, gratuitamente. Além dessas opções, empresas e família poderão contar com uma central de gerenciamento de três a 100 usuários.
Por enquanto, o serviço só poderá ser utilizado por usuários do sistema Windows, único para o qual o software de apoio ao serviço está disponível. Para acessar o serviço e realizar o download do aplicativo, acesse o HP Upline no endereço https://www.upline.com/.

DICA DA SEMANA: Orangotag para acompanhar séries de TV
Orangotag é um site feito para te ajudar a acompanhar as séries de TV. Nele você marca quais episódios já assistiu, assina um rss que te avisa dos novos e faz amizades que gostam das mesmas séries que você. Além disso, você pode escrever resenhas sobre os episódios e deixar comentários. Vai lá e conheça o site. É fácil e divertido mexer nele.
O link do site está na relação links interessantes da pagína.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Opera Mini tem versão prévia para celulares rodando Android.
Browser para celulares com a plataforma móvel do Google está disponível na internet para avaliação de desenvolvedores.
A Opera lançou uma versão prévia técnica de seu mini browser para celulares na plataforma Android, do Google, em seu web site, nesta quinta-feira (10/04). A empresa também lançou um kit de desenvolvimento de software para o novo browser.
Os desenvolvedores podem testar o browser e enviar suas sugestões antes que a Opera lance a versão beta do navegador.
No blog da companhia, o gerente de relacionamento com desenvolvedores, Chris Mills, explicou as razões para a criação de um browser para o Android, bem como as particularidades e os desafios de escrever no código da plataforma móvel do Google.
disponível na internet a respeito, e a comunidade, embora atenciosa, ainda está em estágio inicial de desenvolvimento."
O Google lançou a plataforma Android em novembro, incluindo sistema operacional, middleware e aplicações para dispositivos móveis. Até o momento, as empresas HTC, Motorola, Samsung e LG estão entre os fabricantes de celulares que devem criar aparelhos que rodem o Android. As operadoras Sprint Nextel, T-Mobile e AT&T se comprometeram a oferecer serviços para os celulares com o Android.
Mais de 40 milhões de pessoas usam o browser Opera Mini, segundo a Opera. O navegador pode rodar em sistemas como Symbian OS, Windows Mobile, Palm OS, BlackBerry OS, Samsung SHP e Motorola P2K
fonte:http://pcworld.uol.com.br
Sai o Adobe Media Player 1.0 e empresa lança o canal Adobe TV na web
DG News Service/China
Novo software rivaliza com o Quicktime (Apple) e Windows Media Player (Microsoft) e já está disponível para download gratuito.
A Adobe Systems lançou um novo player de mídia, o Adobe Media Player 1.0 (AMP), incluindo um site de conteúdos em vídeo, a Adobe TV.A novidade anunciada nesta quarta-feira (09/04) torna a Adobe o último player a entrar no mercado de vídeos, oferecendo um software que não apenas rivaliza com o Quicktime, da Apple, e com o Windows Media Player, da Microsoft, mas também traz conteúdos de séries de TV como "CSI: Miami" e "CSI: New York", além de videoclipes e outros destaques da TV.
Anunciado há cerca de um ano, o Media Player e seu catálogo de conteúdos são gratuitos para usuários e mantidos com um modelo de negócios baseado em publicidade, informou Ashley Still, gerente sênior de produtos da Adobe.
Além de selecionar conteúdos e fazer buscas por novos materiais, os internautas podem fazer assinaturas de alertas para não perderem seus programas favoritos.
As séries e os vídeos estarão disponíveis tanto via streaming como para download, dependendo do fornecedor do conteúdo, e podem ser vistos online ou offline, explicou Still.
Baseado na tecnologia Flash da Adobe, o AMP está disponível para os sistemas operacionais Windows e Mac OS.
Dependendo da origem, os conteúdos podem incluir sistemas de proteção a direitos autorais - Digital Rights Management (DRM). A Adobe lançou recentemente seu próprio servidor de DRM, mas observou que o uso do sistema fica a critério do produtores de conteúdo.
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Fonte: http://pcworld.uol.com.br/
quinta-feira, 10 de abril de 2008


